
"O devir é a lei do mundo. Os fenômenos se repetem, é verdade, mas não se repete o mesmo fenômeno, o rio de hoje, não é o mesmo do rio de amanhã..."
Acredito, mas não aceito.
Traz-me mal estar... Corrói, chega a doer. De alguma forma, dói.
Esses uns 13/14 meses me mostraram realmente o que é o devir.
Mudou, muda e mudará.
Nessas horas eu concordo com Nietzsche, no texto: "crepúsculo dos ídolos" ele diz que não estávamos prontos para aceitar a idéia de devir. Eu não estou, você está?
E uma hora acaba, e todos seremos. Um começo, meio e fim...
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