outubro 14, 2010

Um pouco de poesia, porque sem arte não há vida.



Em cubos
(Gabriel Matos)
Do primeiro verme que roeu tua carne.

Desde as memórias romanescas
À prole não deixada,
Inebriado de aventura, destituído de desamores.
Vivenciando a nossa loucura,
Morrendo na clausura.
Ao fim de uma vida tão farta
De tudo não achou a cura,
Pobre, louco e gênio; das causas sem fundamento,
Morreu um mito largado no esquecimento.

-MatosGabriel