Em cubos
(Gabriel Matos)
Do primeiro verme que roeu tua carne.
Desde as memórias romanescas
À prole não deixada,
Inebriado de aventura, destituído de desamores.
Vivenciando a nossa loucura,
Morrendo na clausura.
Ao fim de uma vida tão farta
De tudo não achou a cura,
Pobre, louco e gênio; das causas sem fundamento,
Morreu um mito largado no esquecimento.
-MatosGabriel
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